Em uma frase: o AcessoLab é um software de saúde ocupacional que usa controle de acesso por cartão RFID como instrumento. Ele controla o tempo de permanência em câmaras frias e congeladas segundo o Art. 253 da CLT, exige o intervalo de recuperação térmica de 20 minutos, verifica o EPI por câmera na porta e produz o histórico que a fiscalização pede.
Não é sistema de ponto nem de segurança patrimonial. A pergunta que ele responde não é "quem entrou no prédio", é "esta pessoa passou mais tempo no frio do que a lei permite?" — e, depois da fiscalização, "como você prova que não?"
A informação onde ela resolve: com quem está no frio
Uma TV instalada na entrada mostra quem está dentro, quanto tempo cada um ainda tem e quem está cumprindo descanso. O colaborador se controla sozinho, sem depender de alguém avisar — e o painel fala em voz alta quando o tempo aperta.
39 segundos, sem corte: uma entrada liberada, o aviso de 5 minutos, um alerta de EPI disparado pela câmera e uma saída indo para o descanso. Os contadores correm o tempo todo. O vídeo não tem áudio — as faixas mostram o que a TV fala.
Dentro da câmara
Quem está lá agora, com contagem regressiva individual. Fica amarelo faltando 5 minutos e vermelho quando estoura.
Descanso térmico
Quem saiu e ainda cumpre o intervalo obrigatório, com o tempo que falta. Enquanto está aqui, não pode reentrar.
Liberados
Quem pode entrar, e quanto já usou do tempo no dia. A leitura do cartão aparece na tela em menos de um segundo.
Roda na TV que já está lá
O painel foi feito para funcionar em Smart TVs antigas, de navegador defasado, que é o que costuma existir no chão de fábrica. Não exige equipamento novo nem computador dedicado na porta da câmara.
Uma câmera confere a jaqueta térmica em cada entrada
A verificação roda em paralelo: a porta libera pelo cartão e ninguém espera. Se a pessoa entrou sem o EPI, o sistema avisa na hora — voz na TV, notificação no celular do supervisor e registro no histórico com a imagem.
O critério é seu, não nosso
A conferência combina três coisas configuráveis: cor, tipo de peça (jaqueta ou moletom, não camiseta) e manga comprida. Cada reprovação registra qual critério falhou.
Carona na porta
A mesma análise conta quantas pessoas apareceram no quadro. Duas pessoas numa abertura geram alerta, porque cada um precisa passar o próprio cartão — senão o controle de tempo não vale para o segundo.
O fiscal de EPI avisa e documenta — ele não tranca a porta
A decisão de acesso é sempre do cartão. O sistema nunca impede a entrada por causa do EPI: ele registra, alerta e deixa a prova. Travar a porta numa câmara fria cria um risco maior do que o que resolveria.
O que a lei exige — e o que o AcessoLab registra
| Norma | O que exige | O que o sistema faz |
|---|---|---|
| CLT, Art. 253 | Em ambiente artificialmente frio, 20 minutos de repouso a cada 1h40 de trabalho contínuo, computados como trabalho efetivo. | Conta o tempo por pessoa, avisa antes do limite e só libera a reentrada depois do descanso cumprido. |
| NR-36 Portaria MTE 555/2013 | Condições de trabalho em abate e processamento de carnes, incluindo pausas e indicação do tempo máximo de permanência. | Tempo máximo configurado por câmara e exibido na porta, no painel que o colaborador vê. |
| Súmula 438 do TST | Estende o direito ao intervalo do Art. 253 a quem trabalha em ambiente artificialmente frio, não só em câmara frigorífica. | Vale para qualquer ambiente cadastrado — antecâmara, sala de corte, expedição refrigerada. |
Numa fiscalização, a diferença é esta
De um lado, "nós respeitamos os intervalos". Do outro, o registro de cada entrada e saída do último ano, com hora, duração e a checagem de EPI correspondente. A primeira é uma alegação; a segunda é prova.
Dois modos, porque duas operações são diferentes
O tempo de permanência e o de descanso são configurados por câmara, já com os padrões da CLT preenchidos. O que muda entre uma operação e outra é a forma de contar.
Por entrada
Cada entrada tem o tempo cheio. É o modo direto, para quem entra e fica — estocagem, inventário, manutenção.
Acumulada
Os minutos somam entre as entradas, e o descanso só é exigido ao atingir o limite. É o modo para quem entra e sai o tempo todo, como na separação de pedidos.
Por que o modo acumulado existe
Num controle tradicional, quem entra dez vezes por dez minutos teria de cumprir o descanso inteiro depois de cada visita. Isso não protege ninguém e inviabiliza a operação — então acaba virando controle no papel, que é o mesmo que controle nenhum.
O painel de operação e o celular

A tela que fica aberta o dia inteiro na supervisão, com as mesmas três colunas da TV e uma aba por câmara.
Roda no navegador, sem instalar nada, e funciona como aplicativo no celular.
Notificação no celular, filtrada por quem recebe
Tempo estourado, entrada negada, falta de EPI, carona, equipamento fora do ar. Cada usuário escolhe o que quer receber — o supervisor de turno e o gerente de SST não precisam do mesmo conjunto.
A voz do painel
A voz que a TV usa é escolhida na tela, com teste de pronúncia. Importa porque o aviso falado alcança quem está de costas para o painel, com as mãos ocupadas — que é a situação normal lá dentro.
O sistema por dentro
48 segundos percorrendo as telas com dados carregados: painel, entrada manual, relatórios, EPI, notificações, cadastro e configuração.
Entrada e saída manual
O crachá ficou em casa, o leitor caiu. O supervisor registra à mão, com justificativa obrigatória, e o lançamento fica marcado como manual no histórico.
Cadastro pelo próprio leitor
O cartão do colaborador é lido no leitor da porta, na hora do cadastro. Ninguém digita código de cartão, que é onde o erro costuma entrar.
API para o seu sistema
API de leitura para levar os dados ao ERP ou ao sistema de gestão de pessoas. Chave gerada na tela, manual próprio, JSON ou CSV.
Configuração e cadastros
As telas vêm de um ambiente de demonstração: todos os nomes, matrículas e horários são fictícios, e as imagens das checagens de EPI são ilustrações, não fotografias.
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